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  Música: Noturna           Álbum: Canções Juvenis            
                                                                          (Miguel Filho)     Ano: 2010
                                                                          Tempo: 5'09"   
                                              
                                                                                                              
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NOTURNA

(Miguel Filho)

Quantas são as rédeas com que o vento se encarrega
De trazer aos olhos as miragens dessa terra.

Quantas incertezas pra se carregar e tanto descaminho pra se perder.

 

Quantas são as quedas em que o tempo se revela

Duro como as pedras e tão ágil como os pássaros.

Quem são os mares para suportar o quanto a juventude tem pra chorar.

 

Quando o pranto fez morada no meu coração, a dor

Fez-se trilha abandonada, que meu canto recusou,

Transformando minha mágoa num sertão de areia e pó,

Fez barragem no meu sonho que nunca mais chorou.

            

Quantas são as retas que se curvam ao desejo

De encontrar o eterno num só gesto, num só beijo.

Quanto dessa vida é real viver e quanto do que lembro tenho que esquecer.

 

Quantos são os versos que se abrigam na minha alma.

Luzes tão noturnas pelas sombras das cidades.

Quanto há de estrada pra sustentar o tanto que ainda resta pra se cavalgar.
 
Vocal , Violão 6 cordas, Violão 12 cordas, Piano, Teclados, Guitarra acústica, Guitarra solo, Guitarra slide, Percussão, Baixo e Bateria eletrônica.

FICHA TÉCNICA

Produção musical, letra, música, arranjo, execução vocal e instrumental por Miguel Filho.

Gravação, mixagem e masterização: Digital Recording Studio Roland Boss BR- 900CD.

Gravado durante o verão de 2010. 
Direitos autorais reservados. Copyright by Miguel Attie Filho

Escritório de Direitos Autorais / EDA /  Fundação Biblioteca Nacional  / Rio de Janeiro.

Álbum: Canções Juvenis / Lado A



NOTURNA

(Miguel Filho)

[ F/G/A]

 

A                      E                           D                A 

Quantas são as rédeas com que o vento se encarrega

                      E                D                   A

De trazer aos olhos as miragens dessa terra.

 E             D               A               E              D       
Quantas incertezas pra se carregar e tanto descaminho pra se  perder.

A                      E                        D                A 

Quantas são as quedas em que o tempo se revela

                         E                D                   A     

Duro como as pedras e tão ágil como os pássaros.

E            D              A               E                  D             A     

Quem são os mares para suportar o quanto a juventude tem pra chorar.

 

      A       E              D                  A

Quando o pranto fez morada no meu coração, a dor

             E                   D                  A

Fez-se trilha abandonada, que meu canto recusou,

                E                 D                        A

Transformando minha mágoa num sertão de areia e pó,

       E                   D                              A

Fez barragem no meu sonho que nunca mais chorou.

 

[Solo]           G#7 / C#m / G#7 / C#m / Bm / E7 / F / G/ A

                   C#7 / F#m  / C#7 / F#m / E7 /  A /  E7 /A

                   G#7 / C#m / G#7 / C#m / Bm / E7 / F / G/ A / E7

        

A                      E                  D                A 

Quantas são as retas que se curvam ao desejo

                          E                     D                   A

De encontrar o eterno num só gesto, num só beijo.

E                     D       A               E                  D                  
Quanto dessa vida é real viver e quanto do que lembro tenho que esquecer.

   A                     E                     D                    A 

Quantos são os versos que se abrigam na minha alma.

                     E                  D                   A     

Luzes tão noturnas pelas sombras das cidades. 
               D            A           E                     D            A 
Quanto há de estrada pra sustentar o tanto que ainda resta pra se cavalgar. 




 





 Álbum Canções Juvenis
 2010
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