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                                                                          Sentires I (fragmento)

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Bem, terminou a música de Aznavour... ele sente... eu também... há muito por sentir... muito por viver... muito por alegrar-se... o sentir é uma docilidade... de cada um... para o outro seu eu meio de lá ...

 

Não se zangue... não quero dar conselhos... só falo do que vivi... eu falo de mim... não de você... a não ser que você seja o meu eu do meio de lá... mas ainda assim, falo comigo... e você contigo...

 

O que está escrito agora já é circunstância... não é e nem nunca será o sentir... o que eu disse também o é, para mim que escrevi, e para você que leu... mas isso é só a circunstância...

 

Confio em mim... seja eu um você, ou você um eu... muita coisa está escrita nas estrelas... e isso não é circunstância... mas é o sentir que eu respiro agora... a partir de hoje...

 

            ... porque o meu sentir é boca e ouvido dos deuse...

 

                                    ... porque o sentir é os deuses...

 

                                               e... porque os deuses são boca... com... boca...


                                                                                        Miguel Attie Filho, 1996





 




   









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